Egoísta sim

Sim, eu sou egoísta o suficiente para querer todas as suas SMS para mim, todo seu tempo no MSN, todos seus comentários no Facebook e em quantas mais redes sociais você possuir.
Egoísta para querer todos os seus sorrisos, toques, suspiros, risadas dissimuladas, caretas, birras, carinhos, beijos, cochichos e beijinhos no pescoço só para minha pessoa.
Sou egoísta o suficiente para querer todo o tempo e horas extras que você tiver só para aumentar meus batimentos cardíacos “numa frequência que só a gente sabe”. Quero dizer, que só eu sei.
Sou egoísta o suficiente para querer pegar todas as suas lágrimas para mim e guardar em um frasco, para que assim você nunca mais as veja. E também porque assim eu seria a única pessoa que saberia de seus problemas, e a única que saberia resolvê-los.
Todavia, saiba que eu sou egoísta, não uma devaneadora que pensa que tais coisas tão fora do meu alcance um dia estarão em minhas mãos.

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Desabou

E ali estava ela, idiota, chorando. Não devido ao mundo inteiro parecer cair em suas costas. Poderia cair o que fosse, mas não aquele pilar.
Tantas vezes o pilar estava ali e a alertaram que não era de confiança, que cairia bem sobre sua cabeça e a machucaria feio, sem sair sangue, como uma hemorragia interna.
Tantas vezes ela pôs a mão no fogo, apesar de já terem falado que fogo queima, e dói. Tantas vezes ela disse que aquele pilar não era feito de material tão ruim assim, que produtos baratos não significavam má qualidade, literalmente falando.
Dizia que não tiraria aquela estrutura dali até que ela caísse sobre a sua cabeça, porque tinha certeza que não cairia.
Pois bem, caiu. Caiu junto com toda a consideração que tinha, que pôs a mão no fogo, que deu a cara a tapa e as costas a olhares.
Caiu, desabou.

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As boas vindas.

Duas mentes e um propósito conseguem transformar em literatura todas as suas desventuras. Tudo que aqui surgir não passa de devaneios de dois desventurados. Se você também se julga um, seja bem-vindo ao nosso mundo de sentimentalismo não muito barato.

Bem desventurado aquele que corre ao devaneio. Ora por dor, ora por medo. Sofre por não saber se quer pensar ou quer sentir, então usa suas desventuras em papel e devaneia. Devaneia até sentir nos olhos da alma a força que tem as palavras.”
(Desventurada)

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