A arte do “Não Sonhar”

E eu poderia dizer, como toda pessoa normal, que gosto de sonhar quando durmo. E poderia dizer também, como qualquer um em sã consciência, que fico feliz em relembrar todos aqueles velhos amigos sentados naquela nossa parte favorita da escola e cantando aquelas musiquinhas toscas de desenho animado, até sentir minha garganta doer.
Eu poderia dizer que fico feliz em lembrar dos ótimos momentos que tive com aquela pessoa especial, enquanto durou. Ou de rever em mente minha infância alegre, entre outras coisas.
Eu poderia dizer que fico feliz em sentir aquelas sensações novamente. Mas não, eu não sou ligada à irrealidade.
Toda criança odeia quando tiram o doce de sua boca. Por que haveria eu de ficar feliz?

Desventurada.

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